As redes sociais são cada vez mais acessadas no Brasil e contam, neste país, com um público realmente grande e promissor. O acesso a essas redes já é, hoje, a atividade mais realizada na web no Brasil e no mundo tendo, recentemente, ultrapassado a pornografia. O Facebook, maior rede social do mundo, por exemplo, tem mais acessos semanais que o próprio Google, maior site de buscas do planeta. Sem dúvida, o uso de redes sociais modifica até mesmo o comportamento offline do indivíduo, já que não se consegue mais separar a vida online da vida offline, e, justamente por isso, torna-se tão relevante um debate acerca desse fenômeno que é o uso enorme dos sites de relacionamento. O uso é tão grande ao redor do mundo que o Facebook sozinho teria número de usuários suficiente para ser o terceiro maior país da Terra.
Direcionando este tema para o universo empresarial, é digno de observação o fato de que 95% das empresas que buscam funcionários na internet utilizam uma rede social: o LinkedIn. Essa rede social é tão importante no cenário das empresas que recebe um novo cadastro de usuário por segundo.
Os dispositivos móveis são algo notável e absolutamente intrínseco a este cenário, não podendo, de forma alguma, ser ignorados frente a um estudo pormenorizado sobre sites de relacionamento: no Brasil, o Facebook recebe mais acessos por celulares do que por computadores; no Reino Unido, essa mesma rede é responsável por 50% do tráfico de dados mobile. Algumas redes sociais, a propósito, tem suas bases fundamentadas exclusivamente em dispositivos móveis, como o Foursquare que trabalha com geolocalização e, por tanto, não faz sentido se acessada de plataformas fixas.
A utilidade e a credibilidade que as redes sociais vem desenvolvendo são tamanhas, que mesmo algumas universidades já pararam de distribuir contas de email e estão focando apenas nesse meio de comunicação, tido, outrora, como algo absolutamente informal. Existem até mesmo alguns serviços com a base, a interface e a usabilidade extremamente baseado em sites de relacionamento, porém, tendo como público alvo, pessoas do mundo acadêmico. O site academia.edu é um exemplo.
A relação familiar também é algo extremamente forte nas redes: 70% dos pais que estão no Facebook são “amigos” de seus filhos. Além disso, o serviço é extremamente eficaz para, de certa forma, aproximar familiares que estejam distantes fisicamente.
As redes tem um universo próprio, que se interconecta com o mundo real. Prova disso é o fato de existir um “estilo” de jogos de videogame estritamente direcionado às redes; e esses jogos não são pequenos: no mundo, existem 1,5 milhões de fazendeiros contra 80 milhões de usuários do jogo Farmville, hospedado no Facebook.
Outro indicador da dimensão enorme desses sites é o fato de que o segundo maior buscador do mundo é uma rede social (YouTube), e o primeiro (Google), lançou uma rede própria no mês de junho (Google +). Ainda sobre o YouTube, é válido ressaltar que, a cada minuto, 24h de vídeo são hospedados nessa rede social.
O impacto do compartilhamento de opiniões nas redes sociais é incrível: um estudo mostra que 90% dos consumidores acreditam em opiniões sobre produtos e marcas lidas em redes sociais mesmo que desconheçam o usuário que a tenha publicado, e só 14% acreditam em propaganda tradicional. Justamente por isso, 93% das pessoas que trabalham com marketing já utilizam mídias sociais (publicidade em um formato diferenciado, criado especialmente para os sites de relacionamentos).
Visto isso, é indiscutível a relevância dessas redes como ícones que representam um novo cenário que está em frente à sociedade nesse momento da história, representando uma evolução na comunicação como um todo, uma mostra de que o homem torna-se cada vez mais comunicativo, independente das plataformas que utiliza.
Direcionando este tema para o universo empresarial, é digno de observação o fato de que 95% das empresas que buscam funcionários na internet utilizam uma rede social: o LinkedIn. Essa rede social é tão importante no cenário das empresas que recebe um novo cadastro de usuário por segundo.
Os dispositivos móveis são algo notável e absolutamente intrínseco a este cenário, não podendo, de forma alguma, ser ignorados frente a um estudo pormenorizado sobre sites de relacionamento: no Brasil, o Facebook recebe mais acessos por celulares do que por computadores; no Reino Unido, essa mesma rede é responsável por 50% do tráfico de dados mobile. Algumas redes sociais, a propósito, tem suas bases fundamentadas exclusivamente em dispositivos móveis, como o Foursquare que trabalha com geolocalização e, por tanto, não faz sentido se acessada de plataformas fixas.
A utilidade e a credibilidade que as redes sociais vem desenvolvendo são tamanhas, que mesmo algumas universidades já pararam de distribuir contas de email e estão focando apenas nesse meio de comunicação, tido, outrora, como algo absolutamente informal. Existem até mesmo alguns serviços com a base, a interface e a usabilidade extremamente baseado em sites de relacionamento, porém, tendo como público alvo, pessoas do mundo acadêmico. O site academia.edu é um exemplo.
A relação familiar também é algo extremamente forte nas redes: 70% dos pais que estão no Facebook são “amigos” de seus filhos. Além disso, o serviço é extremamente eficaz para, de certa forma, aproximar familiares que estejam distantes fisicamente.
As redes tem um universo próprio, que se interconecta com o mundo real. Prova disso é o fato de existir um “estilo” de jogos de videogame estritamente direcionado às redes; e esses jogos não são pequenos: no mundo, existem 1,5 milhões de fazendeiros contra 80 milhões de usuários do jogo Farmville, hospedado no Facebook.
Outro indicador da dimensão enorme desses sites é o fato de que o segundo maior buscador do mundo é uma rede social (YouTube), e o primeiro (Google), lançou uma rede própria no mês de junho (Google +). Ainda sobre o YouTube, é válido ressaltar que, a cada minuto, 24h de vídeo são hospedados nessa rede social.
O impacto do compartilhamento de opiniões nas redes sociais é incrível: um estudo mostra que 90% dos consumidores acreditam em opiniões sobre produtos e marcas lidas em redes sociais mesmo que desconheçam o usuário que a tenha publicado, e só 14% acreditam em propaganda tradicional. Justamente por isso, 93% das pessoas que trabalham com marketing já utilizam mídias sociais (publicidade em um formato diferenciado, criado especialmente para os sites de relacionamentos).
Visto isso, é indiscutível a relevância dessas redes como ícones que representam um novo cenário que está em frente à sociedade nesse momento da história, representando uma evolução na comunicação como um todo, uma mostra de que o homem torna-se cada vez mais comunicativo, independente das plataformas que utiliza.